Rua da saudade.
Junho 28, 2009
Todo o povo já sabia…
assim que da torre urbana, dos que viviam entre as Torres e o rio Bonito, se escutava os sinos fora de sua hora convecional, alguem, nalgum canto da cidade centenária, sofria sob os acoites do tempo!
Uma missa de ultima hora, celebrava o corpo presente, daquele que mais que nunca, ausente, partia deixando cosnternada toda a população de parentes, vizinhos, patrões e empregados.
Enquanto os sinos da Matriz, dobravam uma ultima vez ao que seguia carregado, um brando chivisco molhava as pedras da Avenida Agaruaia. Logo, as calçadas, as casas e o comécio ainda de portas cerradas, se enchia de dor.
O silêncio era profundo, apesar das botas, tamancos e chinelos que se arrastavam.
Caminhavam assim, pela Rua da Saudade, relutantes em deixar em uma nova morada, mais um dos seus…
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